MUNICIPIO DE PONTE DE LIMA Panoramicas 360º


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  • Ponte de Lima
  • Porta da muralha medieval
  • Lenda do Rio Lima

Ponte de Lima, situada entre as encostas da serra de Arga e os cumes do Oural, com um microclima quase mediterranico, produzido pelos biombos das montanhas em redor. Uma velha via romana, servida por uma boa ponte sobre o Lima, feita no tempo de Augusto, marca um dos trajectos mais seguidos ao longo da Idade Media entre Portugal e Galiza. Seculos mais tarde a construção de uma nova Ponte Medieval com dezoito arcos ( tres entrerrado sob a actual Praça de Camões) representando um novo prototipo de ponte

Aqui passava uma via romana servindo um dos trajectos mais utilzados na idade média entre Portugal e a Galiza atravessava o Rio Lima nesta vila. Ponte do Lima era um ponto fulcral no eixo viário Norte-Sul, e por isso cedo foi repovoada. Recebeu foral em 1125 por D.Teresa. A vila foi crescendo até que em 1359 por iniciativa de D.Pedro se constroi a muralha com as suas nove torres, e seis portas.


A Ponte sobre o Lima – classificada como Monumento Nacional desde 1910 – é de origem romana, embora desse período pouco mais reste que dois arcos, já com algumas alterações, junto à margem direita; parte significativa desta parcela encontra-se soterrada, sendo esta uma zona onde melhor se podem compreender as sucessivas reconstruções realizadas ao longo dos séculos; sendo os Romanos construtores exímios, ainda hoje se vê a estrutura de grande qualidade, assente sobre arcos de volta perfeita. A parcela actualmente sobre o leito do Lima revela uma estranha homogeneidade, pois foi construída de raiz na segunda metade do século XIV; o que motivou a necessidade desta obra foram os arroteamentos que alargaram o leito do rio e a ponte já não chegava para ligar as duas margens. A monumentalidade e a qualidade da construção da ponte tornaram-se lendárias no Portugal medieval. Em 1504, D. Manuel ordenou a colocação de ameias ao longo das guardas, devido à sua importância militar, mas que foram retirados (as ameias e as torres), durante o século XIX. O tabuleiro corre sobre 24 arcos, dos quais 16 em ogiva, assentes em talhamares de granito, semelhantes a barcas.